Quem criou a ovelha Dolly também criou a doença COVID? (Bogdan Herzog)

Introdução

Em um artigo [1] escrito há um ano, argumentei que em hebraico o termo Covid se torna Dybbuk, e seu verdadeiro significado é possessão demoníaca por um espírito maligno. Na verdade, é o mesmo algoritmo que identifiquei em “Dolly”, o primeiro animal clonado, que em hebraico se torna Ylud – traduzido como bebê ou recém-nascido. No mesmo artigo, tentei explicar por que forças ocultas estariam interessadas em escolher tais nomes enigmáticos e certas datas do calendário. Ao mesmo tempo, chamei a atenção para eventos anteriores, historicamente significativos, que seguem o mesmo padrão sincronístico. Embora naquela época eu já estivesse ciente de algumas das informações que você encontrará neste artigo, preferi não divulgá-las naquele artigo. O artigo, publicado originalmente em inglês pelo site Geopolitica, tornou-se popular na mídia alternativa e posteriormente foi traduzido para vários idiomas por pessoas que não conheço pessoalmente e às quais gostaria de expressar minha gratidão antes de continuar esta exposição.

Como a base teórica já foi explicada no artigo mencionado acima, intitulado Sobre o significado oculto do termo COVID, e em meu livro Sincronicitate și Simbol [2], este artigo se concentrará na apresentação de novas informações. O leitor decidirá se as informações apresentadas a seguir são produto de ação aleatória ou deliberada. As sincronicidades serão numeradas. Então, vamos em frente!

Os nomes

Como mencionado anteriormente, quando escrito em hebraico, Dolly se torna Ylod / ילוד, que se traduz como bebê ou recém-nascido, e COVID torna-se DIVOC, em hebraico דיבוק ou Dybbuk. De acordo com o eminente estudioso israelense Yoram Bilu, no folclore hebraico é um espírito maligno que toma possessão de uma pessoa:

“O termo dybbuk (dibbuq) era usado nos círculos místicos judaicos para designar o espírito de uma pessoa morta, um notório pecador em vida, que tomou posse temporária de um ser humano (…) a possessão por um dybbuk sempre foi concebida como uma aflição ou doença, e o agente possuidor como um intruso estrangeiro perigoso que devia ser expulso.” [3]

Dybbuk também se traduz como obsessão. Mais importante do que o fato de Dolly e Covid realmente terem um certo significado em outra língua, o hebraico, que poderia ser acidental, é o fato de que o significado das palavras é extremamente adequado aos eventos que elas descrevem. O que é mais provável, a história oficial de que o primeiro animal clonado recebeu o nome a partir de Dolly Parton, ou que na verdade significa “bebê” ou “recém-nascido”? A obsessão/possessão descreve com precisão o efeito psicológico (e ouso dizer espiritual) que a pandemia teve no mundo? Portanto, não estamos descrevendo meras coincidências. São coincidências com um significado. (1) e (2).

A tradição

(3) Lendo Carl Jung, me deparei com a seguinte passagem em que o cientista suíço, falando do caso de Paracelso, apresenta a tradição hermética de aplicar codinomes a vários procedimentos alquímicos e médicos:

“Em geral, aparecem certos sintomas, entre eles um uso peculiar da linguagem: quer-se falar com vigor para se impor ao adversário, então utiliza-se um estilo especial, “bombástico”, cheio de neologismos que podem ser descritos como “palavras-poder”… A palavra está encarregada de realizar o que não pode ser feito por meios honestos. É a velha magia das palavras que às vezes pode degenerar em verdadeira paixão. Essa mania oprimiu tanto Paracelso que até seus discípulos mais próximos foram forçados a compilar “onomísticas” (listas de palavras) e publicar comentários. O leitor incauto tropeça continuamente nesses neologismos, diante dos quais fica impotente a princípio, pois o autor não parece considerar que valha a pena dar explicações completas. Existem circunstâncias atenuantes: a linguagem médica especializada sempre tendeu a usar palavras mágicas ininteligíveis para as coisas mais comuns. É parte da personalidade médica. Mas parece estranho que Paracelso, que se orgulhava de ensinar e escrever em alemão, tenha inventado os neologismos mais intrincados em latim, grego, italiano, hebraico ou mesmo árabe.

A magia é traiçoeira e nisso reside seu caráter perigoso. (…) Nos ritos mágicos, mudar a ordem das letras tem o propósito diabólico de derrubar a ordem divina em uma desordem infernal por meio da palavra magicamente distorcida. É curioso como Paracelso simplesmente pega essas palavras de maneira incontrolável e natural e deixa para o leitor lidar com elas. (…) Ele estava convencido de que os médicos deviam entender as artes mágicas e não ter vergonha, para o bem dos enfermos, de usar feitiços. No entanto, essa magia popular não é cristã, mas provavelmente pagã – em sua expressão: um “pagoyum”. [4]

(4) Agora, deixe-me citar uma passagem de outro erudito eminente, o rabino Joshua Trachtenberg, que em seu livro sobre o uso da magia no folclore judaico descreve como usar palavras codificadas para fins de invocação:

“Uma característica bem conhecida da magia é a recomendação de fazer as coisas na direção oposta, andar para trás, colocar as roupas ao contrário, jogar as coisas para trás. O mesmo princípio se aplica aos encantamentos, e os encantos medievais talmúdicos e judaicos ilustram amplamente seu funcionamento. As citações bíblicas eram freqüentemente recitadas tanto da cabeça quanto da cauda, ​​os nomes místicos eram ditos ao contrário; às vezes, as palavras eram escritas ao contrário, da forma que eram faladas, e era preciso muita agilidade mental para não se confundir com essa tradução não natural delas. Frases que podiam ser lidas de forma idêntica em ambas as direções eram muito valorizadas. O objetivo era destacar o mistério do bizarro e do desconhecido, e aumentar o poder que está associado à capacidade de reverter a ordem natural das coisas.” [5]

O lugar

(5) Como já especifiquei em Sincronicitate și Simbol e no artigo precedente, a primeira informação que chamou minha atenção para “DOLLY” foi que o primeiro animal “criado” artificialmente pelo homem fosse produto do Instituto Roslin, localizado no pequeno vilarejo escocês de mesmo nome (também escrito Rosslyn), que abriga a famosa Capela de Rosslyn. Basicamente, o instituto foi criado apenas para este evento em um local de reconhecido significado maçônico e hermético.

Os números

(6) A DOLLY foi anunciada [6] em 22 de fevereiro de 1997 – 22.2. 1997 (222)

(7) O COVID foi anunciado [7] em 11 de fevereiro de 2020 – 11. 02.2020 (222)

(8) Na gematria judaica [8], o valor numérico de דיבוק (Dybbuk) é 122. A 19ª letra do alfabeto hebraico, Kuf [9] (ק) tem um valor de gematria de 100. Consequentemente, COVID 19 (דיבוק 19) tem um valor de (222).

Qual é o slogan escolhido para o Grande Reset? Build Back Better, também popularizado sob o lema “BBB”, com valor numérico de 222, é claro.

Essas repetições da sequência 222 são aleatórias? Quais seriam as chances? Elas podem ser interpretadas de uma determinada maneira? É uma invocação, como descrito por Trachtenberg e, em caso afirmativo, do quê? O que significa três vezes 222? Vamos deixar a conclusão para o leitor [10]…

(10) Além disso, qual é o número do ano que vem? Por que isso é relevante?

Quem está envolvido?

Pode-se argumentar que tudo isso é fruto do acaso, ou que pode ser um trocadilho benigno com médicos especialistas que continua na tradição do jargão médico de Paracelso, enigmático para o público, cheio de significado para os iniciados. Mas o que poderia ser benigno no caso de Dolly torna-se terrível no caso de uma doença que matou muitas pessoas e justificou um lockdown global.

Talvez eu não tivesse escrito este artigo se não tivesse havido uma mudança no tom das mensagens para o público nas últimas semanas. O vazamento do laboratório em Wuhan, que foi originalmente rotulado como uma teoria da conspiração e, portanto, proibido nas “redes sociais”, de repente se tornou aceitável no discurso público. As implicações são geopolíticas: a China pode ser culpada por negligência ou, pior, por más intenções. Para combater isso, jornalistas da mídia alternativa, como Ron Unz, chamaram a atenção do público para os jogos militares que aconteceram em Wuhan no outono de 2019 e a possibilidade de que o vírus possa ter sido espalhado por militares de outros países. Bem, quem sabe, mas vamos seguir nosso próprio caminho…

Agora, com base nas informações apresentadas, ousemos pensar com a cabeça. Deixe-me perguntar: você percebe um padrão? Pode ser identificado um certo padrão, uma assinatura por assim dizer, nessas sincronicidades de (1) a (10)? Em caso afirmativo, o Partido Comunista Chinês é capaz de estabelecer um instituto no Reino Unido e dar um nome alquimicamente significativo à Dolly? Os militares dos EUA podem fazer isso? Pode o PCCh, ou mesmo os militares dos EUA, nomear DOLLY, COVID e BBB e escolher as datas dos anúncios públicos feitos pelo Instituto Roslin e pela Organização Mundial da Saúde? Pode uma seita asquenaze, que mantém superstições populares, fazer essas coisas? Eles podem organizar a cúpula de Davos e promover o conceito do Grande Reset sob o slogan BBB? Se não, quem pode? Existe uma organização internacional com filiais em diferentes países do mundo, cuja filosofia se baseia no hermetismo e na tradição alquímica? Que conexão pode haver entre Roslin, Covid e Davos?

Como as coisas sempre acontecem por um motivo, recentemente me deparei com algumas informações valiosas que parecem quase surreais. Em janeiro de 2019, cerca de dez meses antes do início da pandemia, pesquisadores britânicos foram ao Fórum Mundial em Davos para anunciar aos líderes mundiais que a tecnologia de mRNA foi desenvolvida com sucesso e poderia ser usada para combater a gripe existente, bem como uma possível doença futura chamada Doença X (Disease X). ! Eu sei, também não pude acreditar, mas a informação está 100% confirmada. Além disso, essas vacinas foram desenvolvidas com a cooperação do Instituto Roslin, porque, é claro, Roslin é especialista em pesquisas científicas sobre animais e doenças como a gripe aviária. Cito o site oficial do Imperial College London, onde em um artigo escrito em 24 de janeiro de 2019 afirma o seguinte:

“O professor Robin Shattock, chefe do Departamento de Doenças Infecciosas do Departamento de Medicina, está trabalhando na fabricação de vacinas de RNA para criar capacidades de resposta mais rápidas e acessíveis a surtos de patógenos conhecidos – como a gripe, e patógenos desconhecidos, que foram chamados de X.

As vacinas de RNA sintético – que usam os próprios mecanismos celulares do corpo para produzir um antígeno, em vez da injeção direta do antígeno – levam apenas algumas semanas para serem produzidas e podem fornecer a maneira mais fácil de ação global.

O professor Shattock disse: “Em uma situação de pandemia, para cada atraso mensal, há um potencial de cinco milhões de mortes, o equivalente à perda mensal de uma cidade do tamanho de Roma ou Cingapura. Precisamos reimaginar completamente a maneira como as vacinas são produzidas e aprovadas.” (…)

Trabalhando com o Instituto Roslin, o professor Barclay usa a tecnologia CRISPR – uma maneira de modificar com precisão o genoma de uma espécie para introduzir novos traços benéficos – para desenvolver galinhas que são totalmente resistentes à infecção pelo vírus influenza.” [10]

Agora me diga, por favor, que isso também é coincidência!

O que tudo isso significa? Estou sugerindo que cientistas britânicos no Roslin ou no Imperial College estão envolvidos na pandemia? Não necessariamente. No entanto, afirmo que existe uma forte semelhança entre os dois eventos e que existe uma grande probabilidade de que sejam coordenados pelo mesmo centro de comando. Ouso dizer que forças no topo de uma organização internacional, quando informadas de que a tecnologia de clonagem era funcional, decidiram clonar uma ovelha e anunciar o evento em um local de alto significado simbólico. Eles deixaram sua assinatura em nome e número. A mesma impressão digital ou assinatura foi identificada posteriormente no caso do COVID. É possível que, por razões que apenas eles conhecem, pessoas no mesmo centro de comando ordenaram posteriormente o desenvolvimento de um tratamento médico para uma futura pandemia que inicialmente chamaram de Doença X. Quando foram informados de que um determinado procedimento médico que inclui vacinações em massa com mRNA havia sido desenvolvido, eles tornaram a informação pública em Davos. Dez meses depois, a doença X apareceu na China e foi denominada COVID de acordo com o algoritmo Dolly.

O lugar, o nome, o número, todos têm a aparência de um trabalho ritual. Não sei quanto a você, mas gostaria que a polícia, ou algum tipo de autoridade investigasse essas coincidências e essas pessoas. Exceto que, em alguns casos, essas pessoas podem ser a polícia. Por exemplo, o Conde de Rosslyn, proprietário da Capela Rosslyn, é o ex-chefe da Scotland Yard (Polícia Metropolitana) e atualmente serve como Chefe de Gabinete do herdeiro da Coroa Britânica, o Príncipe de Gales [11]…

Precisamos lutar. E orar.

© Bogdan Herzog, Timişoara, 3 de junho de 2021

PS Para os interessados no papel desempenhado pela tradição hermética no estabelecimento da Royal Society, “a mais antiga instituição científica nacional do mundo”, a sucessora do “Colégio Invisível“, profundamente interconectada com o Roslin e o Imperial College, assessora do governo britânico, da Comissão Europeia, das reuniões do G7/G8 e da Organização das Nações Unidas e suas agências [12], recomendo fortemente os trabalhos de Dame Frances Yates, especialmente O Iluminismo Rosa-Cruz [13].

[1] Herzog, B. Sobre o significado oculto do termo COVID. Disponível online em: https://dinamicaglobal.wordpress.com/2021/07/23/sobre-o-significado-oculto-do-termo-covid/

[2] Herzog, B. Sincronicitate și Simbol, Frontiera, Timișoara. 2019

[3] Bilu, Y. Dybbuk and Maggid: Two Cultural Patterns of Altered Consciousness in Judaism, em AJS Review, Vol 21 No. 2 (1996) Cambridge University Press, p. 348.

[4] Jung. C.G. Alchemical Studies em The Collected Works of C.G. Jung, Volume 13, Bollingen Series XX, Princeton, pp. 121-122.

[5] Trachtenberg J. Jewish Magic and Superstition, disponível online em https://www.scribd.com/read/262338376/Jewish-Magic-and-Superstition-A-Study-in-Folk-Religion#b_search-menu_642113 pp. 228-229.

[6] Site oficial do Instituto Roslin https://dolly.roslin.ed.ac.uk/facts/the-life-of-dolly/index.html

[7] WHO Director-General’s remarks at the media briefing on 2019nCOV on 11 February 2020 https://www.who.int/dg/speeches/detail/who-director-general-s-remarks-at-the-media-briefing-on-2019-ncov-on-11-february-2020

[8] https://www.gematrix.org/?word=דיבוק

[9] Kuf – The nineteenth letter of the Hebrew alphabet, disponível em: https://www.chabad.org/library/article_cdo/aid/137091/jewish/Kuf.htm

[10] Imperial scientists present vaccine revolution to world leaders at WEF in Davos, disponível em https://www.imperial.ac.uk/news/189957/imperial-scientists-present-vaccine-revolution-world/

[11] https://en.wikipedia.org/wiki/Peter_St_Clair-Erskine,_7th_Earl_of_Rosslyn

[12] https://royalsociety.org/about-us/international/international-work/

[13] Com ênfase no Capítulo 13 – From the Invisible College to the Royal Society ao Capítulo 15 – Rosicrucianism and Freemasonry, em Yates, F. – The Rosicrucian Enlightenment, Routledge, 2001 também disponível online em https://www.scribd.com/doc/110030016/Frances-Yates-the-Rosicrucian-Enlightenment

Fonte: https://bogdanherzog.ro/who-made-dolly-the-sheep-also-made-covid-the-disease/

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